quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Depois de tantas feridas e nenhuma totalmente cicatrizada vêm eles e tornam a se ferir, parecia que não bastavam as feridas que já tinham e que foram causadas um pelo outro. Agora eram palavras, tão implacáveis quanto aquelas já proferidas, mas agora não era explicito, as intenções de cada palavra estavam nas entrelinhas do que falavam, na ironia , no tom da voz. Vozes que tantas vezes reproduziram sentimentos lindos e sensações indescritíveis, hoje calam ou falam de tristeza e rancor. Talvez o amor não seja eterno, talvez aquilo nem tenha sido de verdade, mas como negar a verdade que sentiram em cada canto do corpo enquanto tiveram juntos ? Não tem como negar tudo que sentiram, mas hoje nada parecia fazer sentido. Talvez nada seja pra sempre, talvez tudo se acabe como acabou aquilo que um dia chamaram de amor.

Bianca B.

5 comentários:

  1. Pra quem escondida os textos porque tinha vergonha e quem quase me mata de curiosidade(e juro que pensei em ler o poema mesmo sem tu deixar.Você escreve MUITOOOOOOO!
    e amo seus textos!

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  2. O amor é finito ou infinito? Pra que saber as respostas?...O que importa é vivê-lo! Bj*

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  4. Talvez, Talvez & Talvez. A vida é cheia de incertezas que momentaneamente nos enganamos crendo que estas sejam Certezas.É ..nunca é fácil !
    Me identifiquei bastante com o texto, (:

    Beijo :*

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  5. tô cansada de dizer que tudo isso aqui é PERFEITO ? AAAAAAAAAAAAA pois eu digo quantas vezes for necessaria.
    :*

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